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sexta-feira, 15 de junho de 2012

Tradutor & Professor Israel Toledo




Sempre imaginei que as traduções on-line eram suficientes para esclarecimento de documentos técnicos ou de igual importância, mas esse professor me fez ver que, nem toda tradução "diz" realmente o que está escrito, coisa que eu já tinha notado, mas relutava em crer. Passo, aqui, telefone e contato de Israel Toledo, professor e profissional de traduções para os idiomas alemão e inglês, fora outros serviços apresentados abaixo de valia superior e alto teor acadêmico.

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Isra Toledo Tov

Alemão / Inglês / Português para Estrangeiro(a)s
Revisão de Monografias, Dissertações e Teses
Tradução & Versão de Resumos & Abstracts
Elaboração de Material Didático & Prospectos
Roteirização de sessões de aprendizagem
Consultorias & Aulas individualizadas
Sistema VIP

Tels.: 9944 5954 / 3384 0491

email: isratov@yahoo.com.br

PS #1: Temporariamente, só estou verificando minhas mensagens aqui de SEGUNDA a QUINTA (até 15 horas). Portanto, se houver urgência, passe, por mil favores, um SMS / torpedo para mim, informando o assunto da sua mensagem, okay? Muito obrigado!

"If the student is not better than the teacher, then the teacher is a failure!"
(Um provérbio muito famoso entre budistas tibetanos)

"O povo sabe do que precisa, mas, também, precisa do que não sabe!"
(Gilberto Gil)

"Quem sai na frente, encontra serpentes. Mas é, também, quem levanta as borboletas!"
(Desconhecido)

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Precisa de Ajuda? Ligue 123Alô !!


Quem nunca passou ou está passando por uma situação difícil e não tem com quem dividir esse momento ?
Para auxiliar, orientar ou simplesmente ouvir as dúvidas e queixas de crianças e adolescentes, o Instituto Noos criou o serviço 123 Alô ! Funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20 h, e a ligação é gratuita. O número é 0800 0 123 123.
Pedidos de informação: dificuldades com amigos, conflitos na escola, na família, namoro, sexo, gravidez; situações de risco; nada fica sem resposta. E quem liga para o 123Alô ! só se identifica se quiser. Saiba mais em http://www.noos.org.br

Fonte: Jornal do Aluno. (Prefeitura do Rio, Educação, Multirio)
Outubro de 2010, Edição nº 01.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Acrósticos - Continuando

Para elucidar o que eu quis dizer sobre os acrósticos, vamos tentar fazer um com a palavra chuva:

C hove tanto em minha vida
H á dias não vejo o sol
U m mau tempo, é o meu momento
V ida triste, sem sentimento
A cabou-se meu arrebol.

Arrebol
s.m. 1. Vermelhidão do dia, ao nascer ou ao por do sol. 2. Princípio, início. Pl. arrebóis

Como podem notar, a linguagem poética soa um pouco falsa, como que forçada, muitos versos não complementam a sua idéia inicial, pode até haver beleza no poema, mas com certeza, muitos deles existem somente para se ter uma poesia dedicada a alguém, ou a um sentimento qualquer momentâneo. Não querendo diminuir o que se escreve, pois todo escritor que passa suas idéias para o papel, se são verdadeiras, certamente estão aproximadas de Deus, pois a arte é a presença do Criador conosco. Reiterando, fazer arte é estar perto de Deus.

Em um outro acróstico meu, nota-se facilmente a dificuldade de se manter a linha da idéia principal


O m ar se encontra em aflição
Af o itas ondas gigantes
La n çam-se, petulantes
Br i gam entre si, sem razão

O c éu sente a sedição
Su a s nuvens, brancas, antes
Lú d icas, arrogantes
Tr a em ao céu, sua mansidão

Etc etc etc

Leia o texto completo

Como se pode notar, tive que colocar algumas palavras que não são muito "poéticas", se é que tem palavra que não é poética, e tem algumas palavras de difícil compreensão. Todos esses problemas encontramos quando tentamos escrever um acróstico. Tentei fazê-lo na terceira letra, talvez tenha me ajudado um pouco, de qualquer forma, tentei dar o melhor de mim.

Entrei num site de escritores, não gostei, para que eu me inscrevesse, e pudesse logar, me pediram endereço, telefone e até o CPF, fora outros dados pessoais. Cruzes, saí rapidinho.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Educação em Família


Não Conheci o meu filho

Vou tentar reescrever um texto que já li há muito tempo, tanto tempo que não lembro mais quem é o autor, mas que muito me impressionou pela beleza e pelo conteúdo, se alguém conseguir identificar o que vou escrever e souber o autor, por favor me escreva para que eu lhe proporcione os devidos créditos. Gostaria também de receber o original dessa crônica, se fosse possível, para que cada letra, cada palavra não seja mudada e mantenha a sua profunda beleza.

Eu estava sempre trabalhando, e a noite quando eu chegava, muitas vezes ele já estava dormindo. A babá me dizia que ele esteve me esperando por muito tempo, mas como eu não chegava, ele dormia no sofá da sala. Algumas vezes, poucas, essas, eu conseguia encontrá-lo acordado, e ouvia-o pedir: - Pai, vem brincar comigo, e eu sem nem me importar com o brilho dos seus olhos por ter conseguido me esperar, lutando contra o sono, lhe respondia: Hoje não, meu filho, estou muito cansado, trabalhei demais, vou tomar um banho, jantar e dormir. Uma vez, encontrei-o na sala, me esperando, quando ele me viu, mostrou um brinquedo que estava quebrado e me pediu para consertá-lo, no que eu lhe respondi, pode deixar filho, vá dormir, amanhã nós o consertaremos juntos. E ele, então , com um sorriso no rosto, foi dormir , esperançoso. Não consertei. No outro dia, trouxe-lhe um brinquedo novo.
Uma certa noite, assim que eu cheguei, a babá me esperava na porta e me anunciou que o menino estava doente, fui ao seu quarto, toquei seu rosto, ardia em febre, beijei-o e o deixei, perguntei a babá se ele já havia sido medicado, e ela me respondeu que sim. Mas, nos outros dias, seu estado de saúde piorou, piorou e piorou.
Uma noite., ao chegar, ele não se encontrava mais lá.
Eu não conheci o meu filho ...



Ao autor: Desculpe, tinha que passar isto a alguém, por que nada que é dado está perdido.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Educação em Família

Ah, valeu. Você já foi buscar seu filho na creche alguma vez ? - é claro que já; e já escutou aquele alarido alegre de crianças saindo em disparada em direção ao portão ? - tomara que sim. Pois é, só que tem alguns pais que,  às vezes,  e eu também, perdem o horário de saída de seus pequenos, e eles ficam lá, esperando, esperando, esperando, pensando que vocês não se importam com eles e eles choram, as lágrimas correm dos seus rostinhos comos se acreditar no seu amor fosse se liquefazendo, e se perdendo. É claro que tudo isso termina quando você chega, mas o amor, o amor é querer sempre que a outra pessoa esteja feliz, e do sempre foram perdidos alguns minutos, ou horas,  e ele sai consigo alegre, mas pensando, "quando será a próxima vez que eles vão me deixar triste" ?

Ô gente, não se permita deixar nem um segundo a mais seus filhos na escola depois da hora, porque tudo o que ele quer, depois de tanto tempo ali, preso, sem poder estar estar consigo, é lhe ver, e no meio do alarido dizer que lhe ama , e num sorriso de reencontro mostrar pra você que não quer ficar mais nem mais um minuto longe de você.

sábado, 5 de junho de 2010

Educação em Família


Vocês já viram aquele comercial de achocolatado, onde aparece um monte de meninos entrando num campo de futebol em fila indiana, quando um engraçadinho dá um calço no menino na frente, numa atitude "inocente", tá legal, vamos falar português claro, numa atitude idiota e de muito mau gosto mesmo, onde o companheirinho da frente pode cair e se machucar, ou não, mas que pode cair, pode. Ótimo, a propaganda é sobre um produto diretamente dirigido às crianças até uma idade em que os pais acham que ele ainda é criança, ou que ainda devem consumir, depois, o enredo do comercial cita alguma coisa sobre sua turminha ou sejá lá o que for, ô turminha, hein ?
Bem o caso é que o meu filho e muitos outros estudam em escolas que tem escadas, rampas, pilastras, ressaltos e muitos outros perigos para alguém em queda. Para ilustrar o que eu digo, meu filho chegou em casa e me contou que tentaram lhe dar um "calço" enquanto descia as escadas, felizmente, nada lhe aconteceu. O problema é que, chegando ao pátio, ele foi tirar satisfações com o seu coleguinha, resultado, menos um para a sua turminha, e menos um para a turminha dele.
Peraí, gente, vamos aproveitar que vocês estão na mídia e vamos ensinar respeito aos nossos pequeninos, vamos lhes ensinar a escrever casinha, e não "cazinha" como vocês estão fazendo, para que não escrevam errado no futuro, e depois vocês mesmo, usando a mesma mídia, reclamam.
Se puder vou colocar o comercial aqui para que vocês o vejam.


domingo, 7 de março de 2010

Coisas de Brasil

A Justiça de Minas Gerais condenou um casal por tirar os filhos da escola e educá-los em casa. Essa família chegou a ser mostrada no Fantástico. Os adolescentes não vão às aulas há, pelo menos, quatro anos. O sistema de educação informal, que tem cerca de um milhão de adeptos nos Estados Unidos, é proibido no Brasil.

A sala de jantar em vez da sala de aula. No lugar dos professores, os pais. É assim que os irmãos estudam – só em casa. Jônatas, de 15 anos, e Davi, de 16, e não vão à escola há quatro anos.

“A insatisfação com o ensino regular e insatisfação com a forma como eles eram ensinados na escola me fizeram tomar essa decisão”, justifica o pai Cleber de Andrade Nunes.

O método de ensino foi adotado com base em uma prática norte-americana. “Na escola, os professores dão as provas, mas em uma semana a gente já esqueceu tudo. Aqui não. Aqui a gente aprende e é avaliado na prática”, comentou Jônatas de Andrade Nunes, de 15 anos.

O ensino em casa é mesmo permitido em outros países, mas no Brasil não. Aqui a frequência em sala de aula é prevista em lei. O Estatuto da Criança e do Adolescente determina: os pais ou responsável têm a obrigação de matricular seus filhos na rede regular de ensino.

Cleber e Bernadete foram condenados pela Justiça de Timóteo, cidade onde moram em Minas Gerais, pelo crime de abandono intelectual dos filhos. A pena: multa de R$ 68. Eles dizem que vão recorrer e manter os filhos estudando em casa.

“É um absurdo condenar pai por ter tomado uma atitude drástica para oferecer o melhor para seu filho”, afirma o pai Cleber de Andrade Nunes.

Por determinação da Justiça, Davi e Jônatas fizeram testes de conhecimento e foram aprovados. “Nós temos nossa vida social normal aqui em casa. Nós temos amigos e praticamos esporte. Temos uma vida normal”, conta Davi de Andrade Nunes, de 16 anos.

Mas segundo Rudá Ricci, este especialista em sociologia e educação, o estudo tem de estar associado à convivência social.

“Obviamente que os pais estão pensando no melhor para os seus filhos. O problema é que a educação não serve apenas para o sucesso individual dos filhos. A educação, portanto, é socialização. Em casa, eu só vou ter os iguais, aqueles que pensam como eu penso, o meu pai pensa. Mas é fora de casa, num processo de educação com pessoas, com hábitos diferentes, com regiões diferentes e mazelas, é que fazem com que eu me eduque para a sociedade”, explica o especialista Rudá Ricci.